Cada um faz um percurso diferente
nesta caminhada de aprender a ser gente.
Não importa se há pedras no caminho
nem se seu trajeto é menor que do vizinho.
Caminhar é preciso, às vezes sozinho.
Enquanto seguimos com força no olhar,
devemos escolher onde queremos chegar.
Há muitas variáveis para se continuar:
qual é o tamanho da nossa convicção,
se o que temos é sonho ou alucinação.
No fim, não é só o destino que conta,
e sim cada pessoa que se encontra.
Se houver tropeços, também há lição,
pois crescimento vem da superação –
e o aprendizado é o que nos encanta.
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