Meus olhos não se adaptam à escuridão,
não consigo, então, enxergar.
Diante de tamanha opressão,
só me resta continuar.
Buscando uma luz que me faça ver,
este fio que me conduz é o que me faz crer.
Entre os fantasmas que crio e as correntes frustrações,
entre os momentos de brio e as frequentes alucinações,
preciso de todos os sentidos,
preciso seguir sentindo.
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