Breu (19/05/2026)

Meus olhos não se adaptam à escuridão,

não consigo, então, enxergar.

Diante de tamanha opressão,

só me resta continuar.

Buscando uma luz que me faça ver,

este fio que me conduz é o que me faz crer.

Entre os fantasmas que crio e as correntes frustrações,

entre os momentos de brio e as frequentes alucinações,

preciso de todos os sentidos,

preciso seguir sentindo.

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