Ainda sou aquele menino
que preferia ficar sozinho,
imerso em seu próprio mundo,
brincando de modo profundo.
Ainda sou aquele menino.
São outros os brinquedos,
seguem os mesmos medos –
uma criança em desatino.
Ainda sou aquele menino…
Ainda quero estar sozinho,
ainda crio meu torto mundo,
ainda vivo incerto destino.




