Minha poesia (19/04/2026)

Minha poesia é uma necessidade fisiológica
que surge urgente e sem nenhuma lógica.

Minha poesia é um bálsamo aos ferimentos
que sutura e cura frágeis sentimentos.

Minha poesia é um aconchegante cobertor
que, no desalento, traz fugaz calor.

Minha poesia é um plantio relegado
que, ao relento, vem sendo regado.

Minha poesia é a minha respiração:
fornece fôlego e emana inspiração.

Minha poesia não se faz sozinha:
depois de lida, já não é só minha.

Nenhum comentário:

Postar um comentário